Atos Clínicos

A primeira consulta, havendo empatia com o terapeuta, constitui em si uma escolha na continuidade do processo por parte do cliente e permite ao profissional traçar os aspetos gerais da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, para além do que é dito. A segunda consulta é, portanto, com frequência, a avaliação às dimensões identificadas como essenciais à melhor compreensão da pessoa:
Com base nos dados da avaliação é traçado um Plano Terapêutico que é decidido em consulta com o cliente perante a apresentação dos resultados e que define a periodicidade da intervenção (habitualmente semanal). Após as primeiras 12 sessões é realizada uma reavaliação que definirá a continuidade ou cessação do processo psicoterapêutico.
  • Avaliação à personalidade
  • Avaliação Neuropsicológica
  • Escala do Desenvolvimento infantil
  • Ludodiagnóstico
  • Orientação Escolar e profissional

Áreas de intervenção

Perturbações do neurodesenvolvimento

  • Perturbações do Espetro do Autismo
  • Perturbações Específicas da Comunicação, Linguagem e Fala
  • Perturbação de Défice de Atenção / Hiperatividade
  • Perturbações Específicas da Aprendizagem: leitura e escrita; matemática.

Perturbações do Comportamento

Perturbações do Humor / de Ansiedade

Áreas de diferenciação

Neuropsicologia

Apoio na parentalidade

Neuroeducação

Adaptação social/escolar, bullying

Adaptação divórcio/separação

Despiste défice cognitivo ligeiro, demência, depressão

Apenas por curiosidades

A Neuropsicologia Clínica visa a estruturação e o desenvolvimento das Funções Nervosas Superiores através do Treino Neuropsicológico. Tem como objetivo capacitar a pessoa, reduzindo as dificuldades cognitivas de forma a melhorar o seu comportamento, a sua adaptação social e qualidade de vida.
A Psicoterapia objetiva a sua intervenção no tratamento clínico dos aspectos emocionais e relacionais que condicionam o desenvolvimento pessoal e a adaptabilidade social da pessoa. Baseada no conhecimento científico do funcionamento psicológico, faz uso de técnicas psicológicas específicas de acordo com as necessidades e características individuais de cada pessoa, promovendo a mudança.
A Ludoterapia é uma forma de intervenção terapêutica destinada a crianças que usa o brincar como forma de ajudar os mais pequenos a resolver situações ou dificuldades, tendo por objetivo restabelecer e reorganizar o bem-estar psicológico da criança. Na Ludoterapia, o terapeuta providencia à criança um conjunto variado de brinquedos e uma relação terapêutica segura, promovendo um ambiente de aceitação, empatia e compreensão, de forma a permitir que a criança possa expressar e explorar plenamente o seu Eu através do seu meio natural de comunicação – o brincar. Quando a criança brinca, o seu ser está totalmente presente. No brincar, a criança manifesta e expressa os seus desejos, receios, perceção de si própria, entre outros. É também através do brincar que a criança conhece o mundo e ensaia comportamentos, conhece as pessoas, as relações e regras sociais. Além de fonte de prazer, o brincar é simultaneamente fonte de conhecimento. Através do faz-de-conta, a criança traz para perto de si uma situação vivida, adaptando-a à sua realidade e necessidades emocionais.
  • Mala Ludo: técnica de intervenção psicoterapêutica, de utilização com crianças até aos 8 anos.
  • Mala Mundo: técnica de intervenção psicoterapêutica, de utilização com crianças pré-adolescentes e adolescentes, numa faixa etária, preferencialmente, compreendida entre os 8 e os 14 anos.
A Psicologia Clínica centra-se na procura da pessoa, em toda a sua conflitualidade, dualidade e ângulos escondidos, procurando conhecer e entender a sua verdade, a que se encontra constrangida pelo conveniente ou interdito, por detrás do dito e do não dito. Através de uma intervenção especializada visa-se diminuir o sofrimento psíquico, flexibilizar aspectos menos adaptados da personalidade e trabalhar dimensões perturbadas.
A Avaliação Psicológica é o processo que antecede a compreensão da dinâmica psicológica. Usando de estratégias e instrumentos de avaliação procura-se alcançar a compreensão do ser humano no seu todo, o que implica relacionar diferentes funções: intelectuais, psíquicas, emocionais, comportamentais e relacionais. A avaliação psicológica procura a compreensão da pessoa na sua singularidade, atendendo aos seus recursos ou forças sociais e psicológicas e às áreas em que apresenta mais dificuldades de funcionamento. Este momento permite o estabelecimento de um diagnóstico e elabora pistas para a intervenção.

Clínicas parceiras

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Clivip-Centro Médico
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CUF - Almada
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Espaço Médico de Almada

Parceiros Institucionais

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Academia Ramiro Freitas
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